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TUMORES DE LARINGE E HIPOFARINGE

A hipofaringe é a estrutura que fica posterior a laringe e faz a transição do alimento da garganta para o esôfago. Já a laringe é a estrutura que comunica a garganta com a traqueia e abriga as cordas vocais, sendo reconhecida então como órgão da voz. Dos tumores malignos que podem acometer essas estruturas o […]

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A hipofaringe é a estrutura que fica posterior a laringe e faz a transição do alimento da garganta para o esôfago. Já a laringe é a estrutura que comunica a garganta com a traqueia e abriga as cordas vocais, sendo reconhecida então como órgão da voz.


Dos tumores malignos que podem acometer essas estruturas o mais frequente é o carcinoma espinocelular, que quando descoberto nas fases iniciais, na laringe, pode chegar a 90% de chance de cura. Na hipofaringe acaba por ter uma chance menor de cura pela dificuldade no seu diagnóstico ainda na fase inicial, devido seus sintomas serem mais tardios.

Os sintomas são:
Para tumores de hipofaringe- nódulo cervical de crescimento progressivo, emagrecimento, dor ou dificuldade para engolir, sensação de corpo estranho ou alimento entalado na garganta.

Para tumores de laringe – alteração da voz, rouquidão por mais de 15 dias, emagrecimento, dificuldade para respirar, nódulos cervicais, dor ou dificuldade para deglutir, tosse constante, nódulos cervicais.

Dentre os fatores de risco os mais prevalentes são o tabagismo e o etilismo, que quando associados aumentam em 140 vezes o risco de desenvolver câncer de laringe ou hipofaringe em relação a uma pessoa que não se expõem a essas substâncias. Mas a poluição do ar, a presença do papiloma vírus humano (HPV), refluxo gastroesofágico também estão associadas ao desenvolvimento desses tumores.

O tratamento depende do estágio em que a doença é diagnosticada. Podendo variar entre pequenas cirurgias nas cordas vocais a necessidade de cirurgias com retirada total da laringe e/ou hipofaringe, com ou sem complementação com radioterapia e quimioterapia. Em alguns estágios, pode se optar por radioterapia exclusiva ou associada a quimioterapia como tratamento curativo na tentativa de preservar os órgãos, e assim preservar sua função ( fala, deglutição e respiração ).

Saiba mais entrando em contato com a DRA. ELIZIA DE BITENCOURT
Cirurgiã de cabeça e pescoço – | Clínica Gastrobese

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